Domingo de manhã, ou melhor dizendo domingo ao início da tarde, nós saímos de casa para ir comer algo na Paparoca da foz.
Passamos com a Luísa pelos meus pais, Cândido e Lucília, que estavam a terminar o seu passeio matutino pela foz, e chamámos o José, pai da Cristina, para passar um bom tempo com a neta. Felizmente temos pais compreensivos e bondosos que amam muito a nossa pequena.
No retorno para casa começámos a ouvir um "pa pa pa pa" vindo da cadeira da Luísa. Depois de uma rápida tradução pela Cristina - "Está a chamar por ti", olhei para a minha filha a qual me disse - "a puuuu" e foi assim que eu me apercebi que a minha filha queria o pote. Pedi-lhe que aguentasse só mais um pouco pois não tínhamos pote nesse momento e a que a casa estava, a cada metro percorrido, cada vez mais próxima.
Em Setembro a Luísa começou a fazer um cócó muito duro o que fazia com que ela começasse a chorar e a ficar extremamente vermelha sempre que fazia cócó. Metia pena olhar para tão pequeno ser e aperceber-nos de que estava em sofrimento sempre que chegava a hora de fazer. Felizmente que era só duas vezes por dia sempre que tomava uma refeição, ora almoço, ora jantar!
Começámos a pensar que se calhar valeria a pena comprar-lhe um pote e experimentar coloca-la lá para que ela pudesse fazer cócó sem ter que ultrapassar o seu peso (ela fazia sentada) e a força da fralda. Meu pensado meu feito. Assim começou a Luísa a fazer quase sempre cócó no pote até que começou a pedir para fazer no pote.
O famoso A Pu....
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