Descalço, nuzinho como no dia de nascimento, estava eu sob o chuveiro, em minha casa fermoso e não seguro, quando sinto que a porta começa a abrir e entra-me uma figura de noventa centímetros, "Cabelos de ouro encarnado", "Tão linda que o mundo espanta.", "Mais branca que a neve pura.", "Vai fermosa e "muito" segura.", como se nada fosse com ar de quem lhe faz falta algo e diz:
"- Pai, preciso de fazer chi chi!!!"
Ora bem, quando uma pessoa ouve tal afirmação da Luísa corre-se logo para o quarto de banho e coloca-se a Luísa sentada na sanita com as suas calças baixadas pronta para urinar. O problema é, como o anteriormente referido, o meu estado de nudez húmida e ensaboado. Podendo incorrer num grave erro decidi arriscar.
"- Luísa espera só um bocadinho mais que o pai já vai!!"
"- Está bem!!!"
Aquilo não me soou assim tão bem, mas se ela o disse quem sou eu para duvidar dela. De repente dei com a Luísa a ir buscar um banco, a colocá-lo em frente à sanita e a subir para cima do mesmo. Fiquei com aquele ar de parvo, mas interessado, a olhar para os acontecimentos que se estavam a decorrer. Abriu a sanita, puxou as calças para baixo e sentou-se na mesma, a urinar o seu merecido chi chi. Parecia que alguém já lhe tinha explicado o algoritmo inteiro, até a parte de ir buscar o banco, mas quando ia a sair:
"- Não te esqueças de limpar o pipi !!!"
Disse-o eu e a Luísa assim o fez. Depois saiu fora da sanita, puxou as calças para cima, fechou a tampa da dita cuja, tirou o banco e puxou o autoclismo.
Foi assim que pela primeira vez vejo a Luísa a se desenrascar daquela maneira.
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